Olá alunos tudo bem? Boas promessas para 2009!
Um projeto da Secretaria da Educação chamado acessa escola, chegará no Negrini muito em breve, aliás estamos somente esperando ansiosamente a conclusão do espaço onde ficarão os computadores.
Pois é e ai cara pálida quero só ver qual será a desculpa que vocês darão para não ter acesso a novas ferramentas tecnológicas as chamadas TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação)
Bom durante a Campus Party tive a honra de poder “batizar” pessoas que nunca ou quase nunca tiveram sequer um único contato com o computador, por cerca de aproximadamente 1 hora, cada novato usuário pode experimentar o mouse, teclado e a navegação no Mozilla Firefox pela primeira vez! Muitas sairam de lá orgulhosos por terem endereços de email a partir de então!
Depois de um tempo parei para pensar como seria essa experiência na Escola Negrini? Quantos de nossos alunos e professores não possuem experiência com o computador?
Portanto vamos correr atrás do prejuízo em 2009, ok?
Paola, Douglas e Julio terão muito a fazer, vejam o exemplo do Wilton Neves que pude batizar, teremos muitos como ele para incluirmos no universo da internet, leia a reportagem da equipe da revista IdgNow que acompanhou de perto a movimentação da arena de inclusão digital da Campus Party Brasil 2009.
Batismo Digital apresenta possibilidades da internet aos novatos
Verdade seja dita. A área de Batismo Digital da Campus Party Brasil é amplamente utilizada para navegação livre dos transeuntes que visitam a área gratuita do encontro e já sabem mexer no PC.
A proposta, porém, é cumprida – mesmo com público menor do que para navegação em games e redes sociais. Com 54 anos de idade, José Claudio Martins usou um computador pela primeira vez ali, na área que se propôs a isso.
Em sua primeira navegação, com o auxílio de um monitor, Martins buscava informações sobre sua cidade natal – Nova Rezende, de Minas Gerais. Encontrou, no Google Maps, uma visão por satélite. Pouco familiarizado com o mouse, foi arrastando o mapa e seguindo a direção da estrada que parecia conhecer muito bem.
“Sempre vi computadores na casa de familiares, mas me sentia intimidado a mexer nas coisas dos outros. Vai que estraga”, confessa Martins.
Durante o batismo, os voluntários que auxiliam os novatos em tecnologia não tocam no mouse ou acessam softwares para o usuário. Tudo é feito por meio de instruções e estímulos para que o usuário ’se vire’.
O motorista Wilton Aparecido Neves, de 37 anos de idade, também foi batizado pela iniciativa de inclusão digital. Esta quarta-feira (21/01) foi sua segunda experiência no local.
“Ontem aprendi a navegar. Estou indo devagar, tenho dificuldade quando passo do ritmo que consigo aprender”, conta. “Dá medo, né?”, diz o goiano, sobre a sensação de chegar perto de um PC pela primeira vez.

história de Neves é peculiar. Ele chegou na CPBr porque é motorista e dirige para uma excursão de campuseiros que vieram de Brasília. “A gente tá tudo na barraquinha, então venho aqui [no Batismo Digital] todo dia”, afirma.
Entre as descobertas que a iniciativa proporciona, uma curiosa: “Você então pode me escrever de outro Estado!”, diz Neves, compreendendo as possibilidades da internet.
Publicado por Lygia de Luca, às 20h01
Reportagem original: IDGNOW